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Emoções difíceis não são fraqueza, são sinais internos que apontam para valores, necessidades e limites ignorados. Em vez de tentar silenciá-las, aprender a escutar o que elas revelam pode reconstruir nosso senso de direção e de propósito. Neste artigo, explico como acolher a dor emocional, compreender suas funções e transformá-la em um guia para escolhas mais conscientes e uma vida que faça sentido para você.

Nem sempre deixar de fazer o que você sabe que deveria é falta de força de vontade — muitas vezes é resultado de padrões emocionais aprendidos ao longo da vida. A psicoterapia ajuda a identificar gatilhos, entender a função do comportamento alimentar e construir estratégias reais, possíveis e sustentáveis. A mudança não começa na comida, mas na história de cada pessoa.

Muitos acreditam que, para o relacionamento dar certo, é preciso fazer tudo junto. Mas a verdade é que sufocar a individualidade pode gerar cobrança, frustração e até afastamento. ✨ Manter a individualidade fortalece o casal porque: Dá leveza: ninguém precisa ser a única fonte de felicidade do outro. Gera admiração: ver o(a) parceiro(a) crescendo desperta respeito e desejo. 💡 Dica: cultive seus interesses sem culpa, incentive o outro a fazer o mesmo e depois compartilhem essas experiências. O vínculo se torna mais vivo e enriquecedor. No amor, não é sobre perder-se no outro, mas sobre ser inteiro(a) e, ainda assim, escolher caminhar lado a lado. 💙

A terapia de casal não é só para quando tudo já parece perdido. Ela pode ser uma forma de prevenir rupturas e fortalecer o vínculo. 7 sinais de que pode ser a hora: Discussões frequentes e repetitivas. Conversas que terminam em silêncio ou mágoas. Sensação de distanciamento e perda de intimidade. Falta de respeito e admiração. Feridas antigas que nunca se resolvem. Desequilíbrio nas responsabilidades. Pensamentos constantes sobre separação. 💡 Procurar ajuda não é sinal de fracasso, mas de maturidade e cuidado com a relação. O quanto antes, maiores as chances de transformar o vínculo. 💙

Brigar faz parte da vida a dois. O problema não é o conflito, mas a forma como ele acontece. Muitas discussões começam por coisas pequenas, mas escondem sentimentos mais profundos: falta de valorização, sobrecarga ou dificuldade em se sentir ouvido(a). Com o tempo, o casal entra num ciclo automático: um fala, o outro rebate, ninguém escuta. O resultado? Mais distância, menos conexão.

Muitas vezes, não é “falta de força” ou “falta de coragem”. A verdade é que, em grande parte dos casos, a gente se prende a relacionamentos tóxicos porque eles ativam feridas antigas — vividas na infância ou na adolescência. Se crescemos em ambientes de crítica, rejeição ou falta de afeto, podemos aprender a chamar isso de “amor”. Sem perceber, repetimos esses padrões na vida adulta, como se fosse a única forma de se relacionar. Mas é importante saber: essas feridas podem cicatrizar. A terapia ajuda a enxergar esses ciclos, a ressignificar a história e a construir um relacionamento diferente — primeiro consigo mesma, depois com o outro. Você não precisa continuar revivendo a dor do passado no presente. O amor saudável não machuca, ele acolhe. 💙

Ser mãe é intenso. É amor, alegria, mas também cansaço, culpa e frustração. Sentir tudo isso não te torna uma mãe ruim — te torna humana. 💛 ✨ Algumas lembranças importantes: Permita-se sentir: tristeza e cansaço não são falhas. Cuide-se: pequenas pausas e autocuidado fortalecem você e o vínculo com seu filho. Aceite apoio: dividir responsabilidades é sinal de força, não de fraqueza. 💡 Ser mãe não é sobre fazer tudo certo, é sobre se perdoar, aprender e se reconectar com quem você é — além da maternidade.